Um minuto para a excelência.

A história do Titanic é um tema de filme que vira e mexe retorna, atualizado por novas mídias. Sempre faz muito sucesso. Retrata o naufrágio de um navio transatlântico, o maior da época, em 1912. Uma tragédia, com um belo romance e um detalhe especial, cujo sentido nos escapa.

Quero destacar justamente o detalhe especial, pois quem assiste se envolve muito com o naufrágio e o caso de amor. Eu me refiro à excelência.

Para mim, o detalhe especial está na cena marcante dos músicos, que continuavam tocando, enquanto o navio afundava. Exerciam seu dever, honravam a razão que os reunia ali desde que o Titanic deixara o cais: entreter e alegrar os viajantes e a tripulação.  Compromisso assumido, entrega absoluta! Foi o que fizeram, mesmo sabendo que não sobreviveriam.

Por que estamos aqui? Qual a razão do nosso trabalho? Para quem ele se destina? Essas são as perguntas-chave para alguém que sinta disposição de praticar a excelência.

A excelência é como o amor: exige decisão e compromisso. Não é à toa que o lendário líder da IBM, Thomas Watson, respondeu de bate-pronto quando lhe perguntaram sobre o tempo que levaria para uma equipe se tornar excelente: “um minuto!”

Diferentemente da qualidade, que depende de fatores externos como manuais, normas e inspeção, a excelência requer apenas dois elementos: decisão e compromisso. O tempo de decidir e dizer “sim, eu me comprometo!”

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