Sete maneiras de caminhar – 1o e 2o passo

1o passo –  O guerreiro

Você já ouviu algumas dessas frases?

“O mar não está para peixe”, “é preciso matar um leão por dia”, “passo os dias apagando incêndios”… Pois bem! Suponho que, quando levanta pela manhã, você coloca a sua roupa de guerreiro, reveste-se de armas e munição e vai à luta. Trabalho para você é isso: luta, labuta, lida. Árduo e ardido. É claro que se você pudesse, ganhasse uma bolada na loteria, você sairia fora dessa. Afinal, não há nada de prazeroso em tolerar clientes chatos, chefes autoritários e colegas de trabalho negligentes.

Posso adivinhar que na sua empresa tudo é pressa, tudo é para ontem, tudo é na base do “vai assim mesmo”. Muito frenesi e muita adrenalina. Pouco resultado.

Aí está o problema: você escolheu atuar num mercado que se assemelha com uma arena de guerra. Para você, resultado é decorrente de muito trabalho, com sangue, suor e lágrimas.

Se continuar vendo o mercado como uma arena de guerra, só lhe restam duas alternativas de ação: lutar ou fugir. E tudo o que você precisa é de muitas armas e muita munição.

2o passo –  O jogador

Aqui, as frases são outras: “o mercado é uma briga de foice”; “é preciso almoçar os outros antes que eles nos jantem”.

O mercado é visto como um lugar ameaçador, disputado a tapa entre os concorrentes. Aliás, concorrente é inimigo! É preciso destruí-lo a todo o custo.

Eu sei: você é um jogador. E, como bom jogador, você não está aqui para perder apostas, não é? Como declaram os bons jogadores, “competir não é tudo, é só o que interessa”. Por isso, jogo é jogo, e não importa os meios utilizados para ganhá-lo. Se preciso for, compre o passe do melhor vendedor do concorrente, copie seus produtos, cobice seus clientes. Se puder, compre o seu concorrente. Essa é a melhor forma de tirá-lo do mercado e assim você conquista aquilo que mais lhe interessa: um melhor posicionamento no market-share.

 

O mercado visto como uma mina de recursos esgotáveis sugere que não tem para todos. Diante dessa precariedade, é preciso competir com unhas e dentes.

Competir e disputar, esta é a sua sina. E é preciso de muitas manhas e artimanhas para sobreviver nessa selva de negócios e negociatas.

Mas será que precisa ser assim?

Acompanhe o meu blog. Ainda essa semana falaremos sobre os próximos passos.

Deguste um pouco mais: 

Vídeos:

O mercado com uma Arena de Guerra

O mercado como uma Mina de Recursos Esgotáveis

Veja também: O livro Metanoia – Os passos

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