Manifesto 25: Eu desejo um mundo de abundância

“Que todos tenham vida e que a tenham em abundância”. Esse é o combinado. Qualquer coisa fora disso é porque está fora do combinado. E não faz parte da vontade divina.

Quando olhamos para fora, suspeitamos do combinado. Afinal, são tantos os desertos, tantas as misérias, tantas as lamúrias. A escassez, o oposto da abundância, parecer ser mais abundante do que a própria abundância. Mas tal escassez é a expressão do mundo que habita os seres humanos. Foi inventada por eles, não criada por Deus.

O desafio, portanto, não é migrar da escassez para a abundância, como se fossem margens opostas de uma travessia. O desafio é arrancar de dentro de cada ser humano a escassez que nele habita e que, por consequência, é posta no mundo como se verdade fosse. Descrente da escassez e desejoso da abundância, a travessia será feita com honra e mérito.

Todo ser humano é dotado de inteligências, aptidões, virtudes, talentos, dons e imaginações. É o mundo das infinitas possibilidades, também conhecido como o mundo da abundância. Se todas essas competências pudessem ser colocadas para fora, para que se expressem livremente, não haveria escassez capaz de suportar tamanha força.

A ciência da velha economia se dedicou mais ao entendimento da escassez do que à compreensão da abundância. Assim, conseguiu aumentar ainda mais a precariedade do mundo, a despeito dos poucos que dela se beneficiaram.

A Nova Economia é a economia da abundância, mais inclusiva e integrativa. Quer o melhor para todos.

Eu desejo uma Nova Economia.

Eu desejo um mundo de abundância.

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