Conecte-se com a verdadeira riqueza!

 Sorte! Essa é a palavra usada costumeiramente para explicar a relação bem sucedida que algumas pessoas têm com os negócios e a riqueza.

Não importa o nome que se dê a esse elo, existe, sim, uma diferença na maneira como algumas pessoas se conectam à riqueza.

Como acontece com qualquer outra área da vida, no mundo dos negócios somos, com freqüência, tomados por dúvidas. Não é difícil imaginar que essas dúvidas afetam a qualidade das nossas decisões. Talvez as dúvidas até sirvam para dar tempero às decisões. O problema é que podem evoluir, expandindo-se de tal maneira que se transformam em preocupações.  E preocupações servem para desviar a nossa atenção de onde ela deveria estar.

Assim como as dúvidas, as preocupações também aumentam de tamanho e o passo seguinte é o medo. O medo nos coloca no ciclo da sobrevivência e aí não há riqueza que se aproxime.

Azar é o nome que costumeiramente damos a essa desconexão da riqueza provocada pela dúvida/preocupação/medo.

Para manter nossa conexão com a riqueza, precisamos de uma convivência pacífica com a nossas dúvidas, preocupações e medos. Para isso, temos de manter a consciência alerta. Antes de tudo, reconhecer que boa parte dessas dúvidas é improcedente, gerada pelas imagens distorcidas que produzimos da realidade. Veja algumas distorções comuns:

O melhor ataque é a defesa: É quando enxergamos o mercado como um ambiente ameaçador e os negócios como um jogo de alto risco. Não há como evitar o salto para o medo. Nesse caso, o objetivo sempre será buscar, acima de tudo, a segurança, o que nos remete à acomodação.

Leite das crianças: Assegurar o leite das crianças é a forma coloquial de explicar a luta pela sobrevivência.  Quem luta pela sobrevivência não pensa em outra coisa. E a riqueza está na “outra coisa”, e não em perpetuar a busca da sobrevivência, que pode levar uma vida inteira.

Ser o número 1: Uma outra miragem é ver a riqueza como um tesouro que precisa ser conquistado antes que outro pretendente o faça.

Tempo é dinheiro: Aqui funciona a miragem do excesso de trabalho e da agenda lotada. Movimento é diferente de ação. Ação consistente, com propósito e significado, essa sim produz riquezas.

O olho do dono é que engorda o porco: Essa é outra frase coloquial que serve de reforço à mentalidade de manter o absoluto controle nos negócios. Controles são necessários, mas em excesso eles criam as amarras e os bloqueios que impedem o fluxo da riqueza.

Dinheiro é sinônimo de riqueza: Quando o dinheiro é a meta principal, as atenções e os esforços se concentram nessa busca e todo o restante é descartado. Dinheiro é importante, mas não compra o comprometimento de equipe nem a lealdade dos clientes.

O paraíso futuro: Outra miragem suscitada pela tríade fatal é acreditar num futuro de opulência, gerado por um presente sufocante. Os anos passam e as pessoas persistem em suas rotinas assoberbadas.

Todas essas miragens são muito comuns. Estão no dia a dia do mundo dos negócios. Mas, como também ensina um velho adágio, “não podemos impedir que os pássaros da preocupação sobrevoem a nossa cabeça, mas sim que aí construam seus ninhos”. Mente alerta e coração aberto! Esta é a conexão com a verdadeira riqueza!

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